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Inclusão e Missões

 

Como falar de Educação, missões e não falar de inclusão? Vive-se num mundo onde as pessoas estão fechadas nos seus grupos e pensam nos seus próprios interesses. A Doutora e Educadora Maria Teresa Mantoan diz que: “A inclusão é a diferença e não a pessoa diferente. Quando incluímos fazemos a diferença na vida do indivíduo.” Inclusão é acolher e missões faz isso, acolhe.

O apóstolo Paulo na sua carta aos Filipenses no capítulo 2, verso 4, chama a atenção para o viver inclusivo e se posiciona desta forma: “Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros.” Viver uma Comunhão entre irmãos, caracterizada pela mesma forma de pensar, pelo mesmo amor, em um só espírito (unidos de alma, em harmonia) e atitude; precisa estar de acordo, em comunhão com o Espírito.

Jesus é o maior exemplo de inclusão, ele traz para perto as crianças, como diz no Evangelho de Jesus segundo escreveu Mateus no capítulo 19, verso 14: “Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas”. Ele escolhe 12 homens bem diferentes para treinar: pescador, médico, cobrador de impostos… “E, quando já era dia, chamou a si os seus discípulos, e escolheu doze deles, a quem também deu o nome de apóstolos:” Lucas 6:13.  Segundo os evangelhos, Jesus realizou ao redor de 40 milagres notórios. Deles todos, pelo menos 21 são relacionados a pessoas com os mais variados tipos de deficiências físicas ou sensoriais e doenças crônicas.  Esse é o mesmo Jesus que veio para os Judeus, os eleitos, e eles o rejeitaram. Os gentios foram inclusos no plano de salvação, por isso, existem missionários por todo mundo falando desse amor. No mundo missionário, todos podem fazer parte, o indivíduo e sua síndrome, transtorno e deficiência. O evangelho é múltiplo. Os missionários acolhem as suas culturas e costumes, e por onde passam, às vezes são acolhidos. E disse-lhe o Senhor: Quem fez a boca do homem? ou quem fez o mudo, ou o surdo, ou o que vê, ou o cego? Não sou eu, o Senhor? Vai, pois, agora, e eu serei com a tua boca e te ensinarei o que hás de falar. Êxodo 4:10-12

Na educação escolar, os educadores, lutam por uma escola onde todos possam ter direito de frequentar. Um lugar onde a criança, o adulto e ancião possam se sentir parte daquele ambiente. “A inclusão implica uma mudança de perspectiva educacional, pois não atinge apenas alunos com deficiência e os que apresentam dificuldades de aprender, mas todos os demais, para que obtenham sucesso na corrente educativa geral. Os alunos com deficiência, constituem uma grande preocupação para os educadores inclusivos. Todos sabemos, porém, que a maioria dos que fracassam na escola são alunos que não vêm do ensino especial, mas que possivelmente acabarão nele!”  (Mantoan, 1999).

Incluir, é um grande desafio que requer amor, esforço, visão, dedicação e atitude! 

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Mauricia Mendes
Missionária atuante no Continente Africano, país Guiné-Bissau, na cidade de Bafatá. Pedagoga, psicopedagoga, Educadora Cristã, Professora de Apoio Especializado.

Fonte de Pesquisa:
Bíblia Missionária de Estudo, INCLUSÃO ESCOLAR O QUE É? POR QUÊ?  COMO FAZER? Autor(a), MANTOAN, Maria Tersa. ISBN, 9788532309990. Edição / Ano, 1/2015. https://www.youtube.com/watch?v=wgJ2Qwy61N8&t=242s A EDUCAÇÃO ESPECIAL na Perspectiva da INCLUSÃO ESCOLAR:  A Escola Comum INCLUSIVA https://www.youtube.com/watch?v=4EnqmryCye4&t=3317s  Educação inclusiva: o desafio das diferenças nas escolas

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